Cremos que para Deus não há família perdida, família que não pode ser restaurada, porque sabemos e cremos que para Deus nenhuma coisa é impossível. (João Bosco)
João Bosco Gomes
Comunidade Família de Nazaré
"Enquanto houver em mim um sopro de vida, que seja para restaurar uma família" (João Bosco Gomes).
O esquartejamento de cada dia
Os brasileiros estão chocados com um dos crimes mais hediondos da história recente do Brasil. Uma jovem de 25 anos foi assassinada e as notícias divulgadas dão conta de que ela foi esquartejada e partes do seu corpo foram lançados para alimentar cães. Sem dúvida nenhuma trata-se de uma crueldade incompreensível que não tem como não deixar toda a sociedade perplexa. Mas o que não se divulga com a mesma ênfase e responsabilidade é que diariamente crianças inocentes e indefesas são esquartejadas e muitas outras envenenadas diariamente através do aborto e depois jogadas no lixo. As estatísticas são conflitantes e dependem do interesse de quem as divulga.
Alguns dizem que no Brasil são assassinadas pelo aborto cerca de um milhão de crianças por ano, conforme divulgado pela revista veja em janeiro de 2009. Já outras notícias dizem que a OMS – Organização Mundial da Saúde divulgou que esse número é de um milhão e quatrocentas mil crianças. Oficialmente, em 2007 o aborto legal no Brasil cresceu 43% na rede do SUS, passando de 2.130 para 3.053 até novembro de 2008, conforme divulgado na Folha de São Paulo em janeiro de 2009. Esses números, apesar de chocantes, parecem não comover a sociedade. Por que será? É que no caso do esquartejamento da jovem Elisa procurou-se descobrir e punir os culpados pelo assassinato, enquanto no caso das crianças inocentes e indefesas, estas são tratadas como culpadas e procura-se resolver o problema com a legalização do crime. Pelo menos é isto que a imprensa tem nos mostrado. Uma verdadeira luta do Ministério da Saúde para descriminalizar o aborto, procurando legalizar assim crimes hediondos por esquartejamento e envenenamento de crianças indefesas que não têm qualquer possibilidade de se defenderem e a quem é negado o direito de vir ao mundo. Para tanto, alega-se principalmente que trata-se de uma questão de saúde pública e que as mulheres têm direito sobre o seu corpo. Problema de saúde pública é a rede pública de hospitais não ter condições de oferecer a essas mulheres as condições necessárias para um atendimento e um acompanhamento digno, sério e responsável, garantindo assim o nascimento dos seus filhos. Quanto ao direito que as mulheres têm sobre o seu corpo, isto é inegável e incontestável. Mas elas não têm o direito de decidir pelo assassinato da criança que está no seu ventre, porque é uma outra pessoa. E isto é crime!
Que as notícias do assassinato da jovem Eliza, que estamos acompanhando com tanta perplexidade e tristeza, nos leve a pensar seriamente nas milhares de crianças esquartejadas anualmente sem que seus culpados sejam punidos ou pelo menos orientados. Que não nos deixemos ser levados por propagandas enganosas que procuram nos tornar cúmplices desses crimes, mas nos unamos em torno de projetos que defendam a vida desde a sua concepção, como já garante a Constituição Federal do Brasil.
ABORTO: aborte essa idéia.
João Bosco Gomes
Fundador e Moderador geral da
Comunidade Família de Nazaré
3 Responses to “O esquartejamento de cada dia”
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João Bosco Gomes - Fundador da Comunidade Família de Nazaré

EU DEFENDO A VIDA!
ABORTO: aborte essa idéia!
Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré
Concordo plenamente!
Eu também defendo a vida!
Aborto: Aborte essa idéia!
Vamos ensinar nossos jovens a castidade e a fidelidade. O planejamento familiar é a solução. a Sexualidade segura é para ser feita apenas no sacramento do matrimônio. Não a ‘camisinha’. Jovem, Deus quer, você consegue! Com a graça de Deus você consegue. Deus quer, você consegue!
Meu amigo João Bosco, que Deus continue com todos da Comunidade Família de Nazaré. Avante! Um abraço fraterno.
Aurelio e Ondina, Três Rios / RJ